Grapette, o refrigerante de uva de 1948, sobrevive com fabricantes regionais e aposta em nova geração
Marca que chegou ao Brasil em 1948 segue no mercado por meio de fabricantes regionais, perdeu presença nacional e aposta em memória afetiva para 2026.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE EXAME · 2 MIN

A Exame apresenta o Grapette como o primeiro refrigerante de uva do Brasil, e a trajetória da marca começa em 1948, quando ela chegou ao país. Mais de sete décadas depois, o produto ainda existe, mas já não tem a presença nacional que teve. Segundo a reportagem, a bebida segue no mercado por meio de fabricantes regionais.
Esse modelo de operação é o centro da história. De acordo com a Exame, o concentrado é fornecido pela Saborama aos fabricantes regionais. Na prática, a marca sobrevive por uma rede de produtores locais, e não por uma operação única de alcance nacional.
A perda de espaço veio com a concentração do mercado. Segundo a Exame, esse movimento reduziu a presença nacional do Grapette, em um setor no qual a distribuição em larga escala costuma pesar na disputa pelas prateleiras.
Para 2026, a aposta descrita pela reportagem tem dois eixos: explorar a memória afetiva de consumidores que já conheciam a marca e alcançar novas gerações. O slogan “Quem bebe Grapette repete”, citado pela Exame, ilustra o tom dessa estratégia, que depende de lembrança e de recompra.
O que muda para o investidor
Os fatos apurados não citam ações, títulos ou outros ativos negociados em bolsa ligados à marca, e também não trazem dados de vendas ou de participação de mercado. Por isso, o efeito direto sobre a Bolsa, a Nasdaq ou o câmbio tende a ser pequeno. O caso, porém, é um sinal para quem acompanha o consumo: a concentração do mercado e a dificuldade de distribuição nacional pesam sobre marcas menores. A retomada dependerá da execução da estratégia para 2026, algo que ainda não pode ser medido com os dados disponíveis.







