Fundador da Cacau Show define empreender como disposição para vencer obstáculos e fracassos
Em evento no G4 Valley, em São Paulo, Alê Costa usou humor para falar de quem abre negócios no Brasil e propôs um “Conselho Regional dos Loucos”.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE INFOMONEY · 2 MIN

Em tom de brincadeira, mas com recado sério, o fundador e CEO da Cacau Show, Alê Costa, resumiu o desafio de abrir um negócio com uma frase que chamou a atenção: empreender seria coisa de louco. Segundo InfoMoney, a fala foi feita no G4 Valley, evento que reuniu milhares de empresários no São Paulo Expo, no sábado (31).
Para Costa, empreender é a disposição de transformar uma ideia em negócio, mesmo diante de obstáculos e fracassos. A definição desloca o foco da ideia para a atitude de quem tenta, já que tropeços fazem parte do caminho, de acordo com o que ele afirmou ao público.
Ao sugerir, em tom de brincadeira, a criação de um “Conselho Regional dos Loucos” para representar os empreendedores brasileiros, Costa usou o humor para tratar de um grupo que, segundo ele, enfrenta problemas parecidos e tem a mesma vontade de fazer mais.
A leitura do executivo é que quem estava na plateia vive dificuldades semelhantes e compartilha o desejo de expandir o que já tem. Segundo a reportagem, o encontro aconteceu em um sábado de feriado, o que reforça o tamanho do público mobilizado para um evento de negócios.
O que está em jogo é o ânimo de quem abre e amplia empresas, porque são os novos negócios que geram empregos, concorrência e renda. Quando alguém com a trajetória de Costa fala sobre o risco do fracasso como parte normal do processo, a mensagem chega a uma plateia que depende justamente dessa disposição.
O que muda para o investidor
Os fatos apurados não trazem números, resultados financeiros nem anúncios da empresa, por isso a fala não deve mexer diretamente em cotações. O possível efeito é indireto: discursos que reforçam a disposição de empreender podem sinalizar o humor de empresários, que pesa em decisões de investimento, crédito e contratação. Quem acompanha juros e câmbio costuma observar esse clima ao lado de indicadores oficiais, sem tirar conclusões de uma única fala. Esta análise não é recomendação de compra ou venda de ativos.







