Petróleo em queda puxa futuros de Nova York para cima antes de balanço da Apple
Segundo Times Brasil, contratos sobem na manhã de segunda com recuo do Brent, enquanto investidores aguardam o balanço da Apple e as eleições nos EUA.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE TIMES BRASIL · 2 MIN

As bolsas de Nova York começaram a segunda-feira, 2 de novembro, com os futuros em alta, puxados por uma queda forte do petróleo. Segundo Times Brasil, a melhora acontece depois de uma semana em que os principais índices fecharam em queda, e chega num momento de agenda densa para o mercado americano.
Na manhã desta segunda, os contratos futuros do S&P 500 subiam 0,5%, os do Nasdaq-100 avançavam 0,8% e os do Dow Jones ganhavam 310 pontos, ou 0,6%. De acordo com a reportagem, a alta foi puxada pela queda do petróleo.
O petróleo caía com força. O Brent recuava 4,5%, a US$ 108,38 por barril, enquanto o WTI cedia mais de 4%, a US$ 99,31 por barril. Preços de energia nesse patamar costumam pressionar a inflação, o que faz da commodity um termômetro que o mercado de juros acompanha de perto.
A semana traz balanços de empresas, dados de emprego nos Estados Unidos e eleições legislativas no país. Entre os destaques, Times Brasil cita a Apple, cujo balanço os investidores aguardam para medir o ritmo da gigante de tecnologia.
No mercado de juros, o Treasury de 10 anos marcava 4,911%, com recuo de 0,023 ponto. Já o VIX, índice que mede a volatilidade esperada para o S&P 500 e é conhecido como medidor do medo, estava em 18,95 pontos.
O quadro de fundo é menos animador. Segundo Times Brasil, a tecnologia pesou sobre o mercado e outubro fechou no vermelho, o que mostra que a recuperação desta segunda ainda precisa ganhar fôlego.
O que muda para o investidor
Para quem investe em ações e juros, o recado é de cautela com a leitura de um único pregão. Um petróleo mais barato tende a aliviar a pressão sobre a inflação e, em tese, ajuda a conter os juros longos, o que costuma favorecer papéis de crescimento, como os de tecnologia. Esse efeito, porém, depende do que os balanços da Apple e os dados de emprego mostrarem nos próximos dias, e a eleição legislativa americana acrescenta um fator de incerteza. A alta dos futuros não garante continuidade, e vale observar se o setor de tecnologia recupera terreno antes de tirar conclusões.






