Conselho da avó e a cautela de não ter pressa marcam a rotina de David Solomon, do Goldman Sachs
Segundo InfoMoney, o líder do banco atribui à avó o melhor conselho de carreira; o texto não detalha os três hábitos prometidos no título.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE INFOMONEY · 2 MIN

Quando o chefe de um dos bancos mais poderosos de Wall Street fala sobre a própria rotina, o assunto costuma render mais atenção do que o normal. Segundo InfoMoney, David Solomon, à frente do Goldman Sachs, falou sobre hábitos pessoais e sobre o conselho que mais o marcou na carreira, e a origem dele não foi um mentor corporativo.
De acordo com a reportagem, o melhor conselho profissional de Solomon veio da avó, que o orientou quando ele estava na casa dos 20 anos. A lição ficou com ele ao longo de uma trajetória que o levou ao topo de uma das instituições financeiras mais influentes do mundo.
Em uma entrevista de perguntas rápidas à jornalista Christine Romans, da NBC News, Solomon resumiu parte dessa visão com uma frase curta: “Não tenha pressa.” O foco da conversa foi a rotina diária e as lições de carreira, e não estratégias de negócios.
O título da publicação promete três hábitos praticados antes das 7h. O material apurado, porém, não lista nenhum deles, de modo que o leitor fica sem o detalhamento que a chamada sugere.
O que está em jogo é menos a rotina em si do que o modo como executivos de grandes instituições financeiras se apresentam ao público. Em um setor que lida com risco e prazos curtos, a ideia de paciência tem peso próprio, mas a reportagem não traz dados que a conectem a decisões do banco.
O que muda para o investidor
Os fatos apurados não trazem resultados, anúncios de estratégia, números ou mudanças de gestão do Goldman Sachs, por isso não há, com base neles, um efeito direto sobre ações, juros ou dólar. Para quem acompanha o mercado, o episódio serve sobretudo como lembrete de que declarações pessoais de executivos têm peso limitado na análise. O que tende a pesar mais são os balanços, as comunicações oficiais da companhia e o cenário macroeconômico. Esta matéria não traz recomendação de compra ou venda.







