Ágora troca Cyrela e Yduqs por Pine e Alupar em carteira small caps
Na carteira small caps, Alupar e Banco Pine entram no lugar de Cyrela e Yduqs. Na carteira de dividendos, Telefônica substitui a Allos.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE MONEY TIMES · 2 MIN

A Ágora revisou duas de suas carteiras para novembro de 2026. Segundo o Money Times, Cyrela (CYRE3) e Yduqs (YDUQ3) saem da carteira small caps, dando lugar a Alupar (ALUP11) e Banco Pine (PINE4). Com isso, a lista passa a ter cinco papéis com 20% cada: Smart Fit (SMFT3), Copasa (CSMG3), Alupar, Banco Pine e JHSF (JHSF3).
Na carteira de dividendos do mesmo mês, a Ágora retira Allos (ALOS3) e inclui Telefônica Brasil (VIVT3), de acordo com o mesmo veículo. Segundo a Ágora, a mudança na percepção do mercado favorece empresas com caixa mais imediato e menor exposição ao custo de capital.
Sobre a Alupar, a casa destaca receitas previsíveis, contratos com correção pela inflação e dividendos recorrentes. Também aponta baixa exposição à atividade econômica e um caixa mais estável. Conforme a análise, empreendimentos ainda em construção deverão amparar um avanço gradual da RAP (receita anual permitida).
No caso da Telefônica Brasil, a Ágora cita geração de caixa sólida, baixa sensibilidade macroeconômica e perfil defensivo em um cenário de juros longos altos. Nas revisões, a casa quase não mexeu nas previsões de faturamento de 2026 e de 2027. A variação está na composição da receita, com diferente peso entre os segmentos móvel e fixo.
A mesma manchete do Money Times menciona a ampliação do horário de negociação da B3 a partir de 3/11. O texto de origem, porém, não traz detalhes sobre a medida, por isso ela não é detalhada aqui.
O que muda para o investidor
Para quem acompanha small caps, a troca altera a composição de uma carteira de referência em que todos os papéis têm o mesmo peso. Na prática, Cyrela e Yduqs saem e Pine e Alupar entram, sem que a análise traga projeções de preço para essas ações. O efeito sobre o mercado dependerá de como esses papéis reagirem aos próximos resultados, especialmente em relação às premissas citadas pela Ágora, como a correção contratual pela inflação e a geração de caixa.


