Trump descarta encontro com Flávio Bolsonaro e diz que ele pode ficar nos EUA pelo tempo que quiser
Declaração foi dada a jornalistas em Mar-a-Lago, na Flórida, após a viagem do senador aos Estados Unidos, que recusou ordem do STF.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE TIMES BRASIL · 2 MIN

Segundo o Times Brasil, Trump descartou um encontro com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas afirmou que ele pode ficar nos Estados Unidos “pelo tempo que quiser”. A declaração foi dada a jornalistas no sábado (31), durante a festa de Halloween em Mar-a-Lago, na Flórida.
A Revista Oeste informa que Trump disse não ter planos de encontrar o parlamentar e que Flávio chegou aos EUA na mesma semana. A Gazeta do Povo registrou que Trump voltou a mencionar a ida do senador ao país, sem detalhes adicionais. O episódio ganha peso porque o senador deixou o Brasil em meio a um impasse com a Justiça, e agora passa a ser citado publicamente por Trump.
Na mesma fala, de acordo com o Times Brasil, Trump afirmou que Flávio foi tratado injustamente e chamou a eleição brasileira de “vergonha”. Lula (PT), que venceu a eleição no segundo turno, foi citado pelo presidente americano como alvo de críticas.
Segundo o Money Times, Flávio viajou aos Estados Unidos depois de recusar uma ordem do STF para entregar seus passaportes. A combinação entre a viagem e a declaração pública colocou o caso em uma discussão que vai além da Justiça brasileira.
Analistas e autoridades ouvidos pelo Money Times avaliam que a viagem enfraquece a oposição no Congresso e pode beneficiar Lula. Do lado do governo, o petista acusa os Estados Unidos de interferir para ajudar a família Bolsonaro, o que leva a disputa para o terreno diplomático.
O que muda para o investidor
Para quem investe, a principal variável é o Congresso, onde a agenda fiscal e as reformas dependem de votos. Para quem defende responsabilidade fiscal e menos impostos, o equilíbrio de forças entre governo e oposição pesa mais do que a disputa de narrativas. Se a leitura de analistas ouvida pelo Money Times se confirmar e a oposição sair mais fraca, o risco político pode influenciar as decisões de carteira, sobretudo em juros e dólar. Trata-se de um possível efeito, e não de uma previsão de preços nem de recomendação de compra ou venda.







