Aiatolá do Irã ameaça alvos dos EUA e de Israel, e Washington diz que a guerra terminará em breve
Líder supremo iraniano ordena que as forças mirem ativos americanos e israelenses ao alcance; presidente americano afirma que o Irã não terá arma nuclear.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE FOX BUSINESS · 2 MIN
O aiatolá que comanda o Irã publicou mensagens na rede X em que ameaça responder a qualquer ataque dos Estados Unidos ou de Israel. Segundo a Fox Business, o líder supremo ordenou que suas forças coloquem todos os ativos americanos e israelenses ao alcance de ataque.
A reportagem foi exibida no programa Fox & Friends Weekend, e a correspondente Madeleine Rivera tratou do tema. Os apresentadores classificaram as mensagens como ameaças sinistras e chamaram a situação de significativa.
O episódio ocorre em meio a novos sinais de escalada. Segundo o Wall Street Journal, citado no programa, o presidente americano foi informado sobre o cenário no Oriente Médio enquanto o governo se prepara para novos ataques depois das eleições legislativas de meio de mandato.
Washington fala em fim próximo do conflito
O presidente, por sua vez, prometeu que a guerra chegará ao fim em breve. Nas declarações exibidas pelo canal, ele afirmou que há conversas em andamento e que os iranianos querem negociar e continuam falando com os americanos.
Para ele, Teerã enfrenta dificuldades: segundo as falas reproduzidas, o regime não estaria pagando seus soldados nem sua polícia e estaria em grande apuro, enquanto os Estados Unidos têm tempo. O presidente repetiu que o Irã não pode ter uma arma nuclear e que não terá. Disse que isso acabará muito em breve, de um jeito ou de outro.
A Fox Business também informou que os EUA ordenaram que funcionários do governo sem funções de emergência deixem a Arábia Saudita, citando ataques. A transcrição disponível termina antes de detalhar a origem desses ataques.
O que observar no mercado
A transcrição não traz dados de mercado, e o canal não comentou efeitos sobre ativos. Ainda assim, o investidor costuma acompanhar tensões no Oriente Médio pelo risco geopolítico, que pode pesar sobre o humor das bolsas, a aversão a risco e a busca por ativos de proteção, como o dólar.
O calendário também conta: o mercado tende a monitorar o desfecho das eleições americanas de meio de mandato e a possibilidade, citada pelo Wall Street Journal, de novos ataques depois delas. A combinação de ameaças públicas, evacuações de funcionários e negociações sem prazo mantém o ambiente de incerteza para quem acompanha o cenário internacional.







