Fachin devolve a Mendonça o caso do INSS e mantém o Banco Master na Presidência do STF
Segundo Times Brasil, o presidente do STF não encontrou elementos individualizados que justifiquem manter a Operação Sem Desconto sob sua Presidência.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE TIMES BRASIL · 2 MIN

Fachin, presidente do STF, decidiu na quinta-feira (29) devolver a André Mendonça as investigações do caso INSS, conhecido pela operação Sem Desconto. Segundo Times Brasil, a mesma decisão mantém na Presidência do tribunal os procedimentos ligados ao Banco Master.
A permanência do caso Master na Presidência tem prazo. De acordo com a reportagem, ela é excepcional e provisória, com limite máximo de 90 dias contados a partir de 12 de setembro.
O ponto central da decisão está na justificativa para o caso do INSS. Fachin afirmou que, até o momento, não há elementos concretos e individualizados que justifiquem manter a Sem Desconto na Presidência. Na prática, o inquérito volta às mãos de Mendonça, e o caso do banco segue sob a Presidência por tempo determinado.
Os dois processos pesam para o mercado porque tratam, de um lado, de irregularidades relacionadas ao INSS e, de outro, de uma instituição financeira. Os fatos apurados não trazem os próximos passos de cada investigação, então a leitura fica restrita ao que foi decidido e aos prazos fixados.
O que muda para o investidor
Para quem investe e opera bolsa, juros e dólar, não há, nos fatos apurados, um efeito direto sobre cotações. Ainda assim, um prazo de 90 dias para um caso que envolve instituição financeira mantém o tema no radar, e a forma como o Supremo conduz processos ligados a bancos costuma entrar na avaliação de risco do setor. Vale acompanhar a condução de Mendonça no caso do INSS e o que acontecer quando o prazo do Master se aproximar do fim.


