alta nos valores de condomínios em são paulo supera inflação oficial e desafia mercado imobiliário
Alta de trinta por cento nas taxas de condomínio na capital paulista em quatro anos desafia o orçamento das famílias e altera critérios de escolha.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE ESTADÃO · 2 MIN

A alta expressiva no custo dos condomínios residenciais em São Paulo nos últimos quatro anos mudou a dinâmica durante a seleção de uma moradia, segundo o Estadão. De acordo com os dados do jornal, o preço médio cobrado por essas taxas na capital pulou de oitocentos e trinta e dois reais em 2022 para mil e oitenta e cinco reais em 2026.
Esse avanço representa um salto de trinta por cento no período, conforme apontou o Estadão com base no Mapa de Condomínios da administradora Lello. Para efeito de comparação, a inflação oficial medida pelo IPCA registrou alta de cerca de vinte por cento no mesmo intervalo, mostrando que o custo condominial correu muito acima da média geral de preços.
O principal motor dessa disparada nos gastos dos prédios reside na despesa com funcionários. Segundo a diretora da Lello, Angélica Arbex, citada pelo Estadão, os encargos com o pessoal representam a maior fatia financeira de um edifício residencial.
O que muda para o investidor
O encarecimento persistente das taxas condominiais, superando a inflação oficial, altera a equação de rentabilidade e liquidez no setor imobiliário. Investidores e operadores do mercado de ativos reais precisam monitorar o impacto desses custos operacionais na atratividade de locações e na valorização patrimonial, visto que despesas correntes elevadas podem comprimir a demanda por determinados tipos de imóveis residenciais.



