Edgard Corona, da Smart Fit, expõe estratégia de crescimento baseada na adaptação ao consumidor
Em palestra no G4 Valley, fundador da rede de academias SMFT3 diz que empresas devem mudar o modelo antes de perder espaço para a concorrência.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE INFOMONEY · 2 MIN

O fundador da Smart Fit, Edgard Corona, falou na quinta-feira (29), no G4 Valley, no São Paulo Expo, em São Paulo, sobre o que considera o motor da trajetória da companhia: identificar cedo as mudanças no comportamento do consumidor. Segundo InfoMoney, é essa capacidade, somada a ajustes no modelo de negócios antes que a concorrência avance, que explica o crescimento da empresa.
A rede de academias foi criada há 30 anos e, de acordo com a reportagem, hoje é o maior grupo de fitness da América Latina. A companhia tem o ticker SMFT3, o que a torna uma referência para investidores que acompanham o setor de consumo.
Na palestra, a mensagem central de Corona foi que o empresário deve estar atento e pronto para mudar o negócio quando necessário, segundo InfoMoney. Na leitura desta redação, a fala trata a reinvenção como disciplina permanente de gestão, e não como resposta pontual a crises. Em um ambiente de livre concorrência, essa capacidade costuma separar as empresas que crescem das que perdem espaço.
As informações apuradas não trazem detalhes sobre quais mudanças de comportamento a empresa identificou, em que momento ajustou o modelo nem quais resultados essas decisões produziram. Sem esses dados, a palestra vale como diretriz de gestão, e não como prova de desempenho.
O tema interessa ao leitor que investe porque o desempenho de uma empresa de consumo depende, entre outros fatores, de acompanhar os hábitos do cliente.
O que muda para o investidor
A fala de Corona, tal como relatada, indica que a adaptação é parte central da tese de crescimento da companhia. Para quem acompanha a SMFT3, a pergunta prática é se essa capacidade aparece em indicadores operacionais e financeiros nos próximos balanços. A reportagem não traz números nem projeções, por isso esta matéria não permite avaliar o efeito sobre o preço da ação e não sugere compra ou venda. O que cabe ao investidor é acompanhar se o discurso se confirma nos resultados.


