Reportagem do NYT sobre a campanha no Alasca e a investigação de Ilhan Omar agita o debate político nos EUA
Segundo Fox News, analistas veem fraude em esquema de cédula no Alasca e avanço de apuração federal sobre a deputada democrata de Minnesota às vésperas da eleição.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE FOX BUSINESS · 3 MIN
A fase final da campanha no Alasca foi tomada por uma polêmica sobre a cédula eleitoral e por uma investigação envolvendo a deputada Ilhan Omar, democrata de Minnesota. Segundo a Fox News, o analista político Guy Benson e o colaborador Jason Chaffetz discutiram os dois temas no programa "Fox & Friends Weekend".
Na avaliação de Benson, a candidata Mary Peltola enfrenta um problema ao dizer que não está ali para enganar eleitores, num contexto em que, segundo ele, sua campanha foi construída em torno de "desmontar o sistema". O analista afirmou que ela insiste em dizer que não sabia do esquema da cédula, mas que reportagem do jornal "The New York Times" a contradiz.
Benson descreveu o texto como devastador. De acordo com o apresentador, a apuração se baseia em farta evidência documental e em 12 fontes, entre elas uma antiga assessora pessoal de Peltola, citada nominalmente na reportagem, que teria afirmado ter certeza de que aquilo acontecia. A Fox News não detalhou, na transcrição, o mecanismo exato do esquema.
Dúvida sobre o resultado e o voto antecipado
Uma das preocupações levantadas no programa é que o resultado da tentativa de confundir eleitores só deva ser conhecido depois da eleição. Questionado sobre a possibilidade de o Alasca deixar de certificar o pleito caso Peltola vença, Chaffetz disse que isso dependeria da investigação do Departamento de Justiça, que, em sua avaliação, deveria ter começado há muito tempo. Ele afirmou que as autoridades já estão tratando do caso.
Chaffetz observou que o voto por escolha ranqueada é muito confuso e que esse foi um dos primeiros problemas. Segundo ele, cerca de 10% dos eleitores do Alasca já haviam votado antes de os fatos virem à tona. Ele disse ainda que, se houver engano comprovado e conspiração para fraudar o processo, pode haver investigação criminal capaz de impedir que ela tome posse. Para ele, o republicano Dan Sullivan deve vencer a disputa.
O caso Ilhan Omar
No segundo bloco, o programa tratou da investigação sobre Ilhan Omar. A Fox News afirma que a apuração teria começado no governo Obama. Chaffetz disse que o Departamento de Segurança Interna e o Departamento de Justiça precisam continuar o trabalho e criticou o que chamou de freio na gestão anterior. Segundo ele, o governo Trump conduz o caso da forma correta, inclusive com a obtenção de material genético (DNA) e a atuação de um juiz federal.
Chaffetz acrescentou que caberá ao Congresso decidir se a deputada continua a exercer o mandato, podendo ser afastada ou nem tomar posse caso vença a eleição. Benson afirmou que, segundo o "New York Times", Omar teria sido casada com o próprio irmão, e disse que, questionada recentemente se tinha parentesco com a pessoa com quem se casou, ela respondeu que não, até onde sabia. Ele lembrou que a parlamentar já havia chamado essas alegações de teoria da conspiração de direita.
Todas as afirmações acima são atribuídas aos participantes do programa e não foram verificadas de forma independente. Não há, na transcrição, números sobre mercados, juros ou contas públicas, e o episódio não permite conclusões diretas para a bolsa ou o dólar. Para o investidor, o tema permanece no campo da política e da confiança nas instituições eleitorais, a ser acompanhado conforme a apuração oficial avançar.







