Fox News: Bongino diz que campanha de Peltola no Alasca tentou confundir eleitores com um segundo Dan Sullivan
Na avaliação do colaborador da Fox News, a suposta candidatura de homônimo do senador teria objetivo de enganar o eleitorado; o caso inclui também uma polêmica em Maine.
POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE FOX BUSINESS · 3 MIN
O colaborador da Fox News Dan Bongino afirmou, no programa The Ingraham Angle, que a campanha da candidata democrata ao Senado dos Estados Unidos pelo Alasca, Mary Peltola, teria recrutado um segundo Dan Sullivan para figurar na cédula e confundir eleitores. Segundo a descrição do vídeo, o caso envolve acusações sobre a campanha de Peltola, e o apresentador chamou o episódio de escândalo.
Bongino, ex-vice-diretor do FBI, disse que a estratégia seria distrair o eleitorado do verdadeiro Dan Sullivan, o atual senador. Na avaliação dele, o fato de a história ter vindo a público a poucos dias da eleição indica que algo ainda pior poderia estar prestes a surgir. A transcrição menciona que o jornal The New York Times teria tratado da participação da campanha de Peltola no caso, mas o texto disponível não detalha o que foi publicado.
Crítica ao voto por ranking
O comentarista aproveitou para atacar o sistema de votação por escolha ordenada (ranked choice voting). Para ele, o modelo foi concebido para enganar o eleitor, que acaba tendo de indicar uma segunda opção que não é a sua preferida. Bongino afirmou que o sistema já teria dado ao estado a própria Peltola e a senadora Lisa Murkowski, que, segundo ele, os eleitores nem queriam. Ele disse estar cansado desse tipo de golpe e avaliou que, fora o eleitorado democrata mais alinhado à esquerda, Peltola deveria perder a disputa por larga margem, mas que o episódio seria uma tentativa constrangedora de reverter esse quadro.
Possível reação do Departamento de Justiça
A apresentadora questionou se o Departamento de Justiça poderia apresentar acusações. Ela citou o vice-presidente JD Vance, que, perguntado sobre o tema, disse que o assunto deve ser investigado e que, se enganar eleitores deliberadamente não for ilegal, deveria ser. Vance afirmou não ser especialista em direito.
Bongino disse ter trabalhado com o secretário de Justiça Blanche, a quem descreveu como alguém sério e comedido. Segundo ele, se houver violação do Código dos Estados Unidos, o Departamento de Justiça deveria investigar, e afirmou que, em caso de crime, ficaria incomodado se a pasta não o fizesse. Ele ressalvou que, por ora, não se sabe se houve crime. Também comparou o cenário ao que, na sua visão, ocorreria se republicanos tivessem feito o mesmo sob gestões democratas do Departamento de Justiça.
O caso de Maine
Na sequência, a apresentadora citou um caso em Maine envolvendo a campanha de Troy Jackson. De acordo com o relato feito no programa, a campanha teria convencido uma pequena empresária a aparecer em um anúncio que acabou sendo usado a favor de Jackson, embora ela acreditasse se tratar de uma peça em apoio à senadora Susan Collins. Bongino classificou a história como incrível e disse que os democratas apresentam candidatos fracos e recorrem à decepção. Ao final, foi esclarecido que o anúncio foi produzido por um grupo de campanha progressista e era a favor de Troy Jackson.
Para o investidor, o episódio é, por ora, um embate político baseado em acusações e opiniões de comentaristas, sem comprovação de crime. O desfecho das eleições para o Senado pode influenciar a composição do Congresso e, em consequência, a agenda fiscal, tributária e regulatória acompanhada por bolsa, juros e dólar. A transcrição, porém, não traz dados de mercado nem projeções sobre esses efeitos.







