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VÍDEOS

Hannity vê padrão histórico de derrota do partido do presidente nas eleições legislativas dos EUA

Na cobertura da Fox News, apresentador diz que o 'vai e vem' das urnas é previsível e lembra que Reagan, Clinton e Obama se recuperaram após perdas no meio do mandato.

POR REDAÇÃO THE X-TRADER NEWS · COM INFORMAÇÕES DE FOX BUSINESS · 2 MIN

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O apresentador Sean Hannity afirmou, durante a cobertura das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos na Fox News, que a história indica perdas para o partido do presidente e que, quanto mais dominante é a personalidade do ocupante da Casa Branca, mais dramática tende a ser a derrota. Segundo ele, as eleições legislativas são "muito, muito previsíveis".

Hannity disse que não pretende dar conforto a conservadores ou republicanos, mas que o histórico pesa. Para sustentar o argumento, citou três presidentes. Ronald Reagan venceu por larga margem em 1980, sofreu uma "perda enorme" em 1982 e, quatro anos depois, conquistou 49 estados na reeleição, segundo o apresentador.

Os precedentes de Clinton e Obama

O comentarista lembrou que Bill Clinton derrotou um presidente em exercício em 1992 e, dois anos depois, foi duramente atingido no meio do mandato, mas voltou a vencer a reeleição. Com Barack Obama, o roteiro foi parecido: vitória em 2008, a força do movimento Tea Party em 2010 e nova eleição dois anos depois. Para Hannity, há "um vai e vem" nas urnas e poucas exceções ao longo do último século.

Ele apontou como exceções o ano seguinte ao 11 de Setembro e o período da Segunda Guerra Mundial. Hannity reconheceu que o diagnóstico "não é o que todo mundo quer ouvir", mas, em sua avaliação, é a realidade. Como ponto positivo, disse que os efeitos desta eleição também se projetam para daqui a dois anos.

Corridas no radar

Perguntado por Bret Baier sobre quais disputas acompanhava, Hannity disse que ver a Flórida, seu estado, tão disputada é "preocupante". Afirmou ainda estar atento à Carolina do Sul e ao Texas. Segundo ele, a corrida em que havia maior grau de confiança era a de Michigan, onde a campanha de Mike Rogers estaria "se sentindo muito bem" naquele momento.

Outra integrante do painel comentou a possibilidade de Byron Donalds ser escolhido governador da Flórida, o que seria, segundo ela, a primeira vez que um homem negro eleito governaria um estado do Sul profundo. A comentarista também apontou o papel dos eleitores negros e judeus americanos em Michigan.

O argumento fiscal de Kudlow

O economista Larry Kudlow, também no painel, afirmou que, se a noite não caminhar como os republicanos desejam, isso seguiria a tendência descrita por Hannity. Lembrou que Clinton era detestado por muita gente, mas se recuperou e trabalhou com Newt Gingrich, e que os dois equilibraram o orçamento quatro vezes seguidas, segundo Kudlow.

A transcrição não traz dados de mercado, como bolsa, juros ou dólar. Para o investidor, o ponto central da análise é o histórico citado: na leitura do canal, a divisão de poder após derrotas no meio do mandato já coincidiu com períodos de negociação em torno das contas públicas, e o resultado final da apuração ainda era acompanhado ao vivo.

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